Haddad promete revisar contratos e privatizações em SP durante entrevista à TV TEM

O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou em entrevista à TV TEM na segunda-feira (31) que, se eleito, irá rever contratos estabelecidos pela gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Entre os contratos mencionados estão o sistema de pedágios ‘free flow’, a concessão da rede de trens metropolitanos e a privatização da Sabesp.

Propostas de Haddad

Durante a entrevista, Haddad criticou a pressão que prefeitos estão sofrendo para privatizar serviços de saneamento e propôs planos de universalização adaptados às realidades locais. Ele planeja cortar 20% do custeio para recuperar as finanças estaduais, que, segundo ele, caíram de R$ 22 bilhões para R$ 5 bilhões.

Revisão de contratos e fiscalização

O candidato do PT também se comprometeu a fiscalizar contratos de concessão e privatização. ‘Vou ter que recuperar as finanças públicas, a proposta objetiva é passar um ‘pente fino’ nos contratos assinados por essa gestão’, declarou Haddad. Ele destacou que a atual gestão da Sabesp estaria pressionando prefeitos para que eles vendam suas empresas municipais.

Fernando Haddad é entrevistado pela TV TEM e apresenta propostas para o governo de SP
G1

Criticas à gestão atual

Haddad criticou a gestão de Tarcísio, afirmando que a pressão sobre os prefeitos está encarecendo a água e piorando a qualidade do serviço. “Vamos fazer um projeto de universalização nos termos que o prefeito achar que é adequado para a sua cidade”, acrescentou.

Perfil do candidato

Fernando Haddad, 63 anos, é casado e nasceu em São Paulo. Ele já foi Ministro da Educação e da Fazenda, além de ter exercido o cargo de prefeito da capital paulista. Em 2022, também concorreu ao cargo de governador pelo PT.

Participação na TV TEM

A entrevista foi parte de uma série de convites feitos pela TV TEM aos candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto. A participação de Tarcísio de Freitas, prevista para terça-feira (1º), foi cancelada.

Links e documentos citados

Fonte: g1.globo.com