Defesa de veterinária ré critica investigação sobre venda de sangue de gatos em Monte Alto, SP

A defesa da veterinária Thaís Daniele Antonussi, ré no caso de venda clandestina de sangue de gatos em Monte Alto, SP, afirmou que sua cliente nunca foi ouvida durante a investigação policial. O advogado Daniel Seixas Rondi criticou a repercussão nas redes sociais e a condução do caso.

Detalhes da investigação

Em entrevista, Rondi destacou que Thaís se apresentou à polícia em outubro de 2025, mas não foi chamada para depor. Ele reiterou que a Justiça negou pedidos do Ministério Público para suspender o registro profissional dela, em uma decisão recente.

Críticas à condução do caso

O advogado mencionou que duas cartas precatórias enviadas para ouvi-la retornaram sem sucesso. A defesa alegou que apresentou uma petição justificando a ausência e solicitando uma nova data de depoimento, mas essa solicitação não foi atendida.

Responsabilidade na coleta de sangue

Rondi argumentou que a responsabilidade pela coleta do sangue era de quem estava presente no local no momento da operação, e negou qualquer vínculo entre Thaís e o outro veterinário réu no processo.

Decisão da Justiça

Na quinta-feira, a juíza responsável pelo caso negou a suspensão do registro profissional da veterinária. Thaís é apontada pelo Ministério Público como uma das líderes do grupo investigado, baseado em mensagens de celular.

Entenda o caso

A investigação sobre a venda clandestina de sangue de gatos em Monte Alto levantou preocupações sobre as práticas de coleta e a ética profissional. A situação continua a gerar repercussão na mídia e nas redes sociais.

Para mais informações sobre o caso, acesse: Quem são os veterinários réus apontados pelo MP no caso da venda de sangue de gatos no interior de SP.

Links e documentos citados

Fonte: g1.globo.com