O SINTIESPAV-MS participou, em Brasília (DF), de um encontro nacional sobre segurança do trabalho, qualificação profissional e os efeitos das rotas de integração sul-americana no mercado de trabalho. A programação ocorreu nos dias 6, 7 e 8 de outubro.

O evento reuniu representantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), da Internacional de Trabalhadores da Construção e da Madeira (ICM) e de entidades sindicais de dez estados: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina, Paraná, Pará, Amazonas, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Sergipe e Bahia.
A entidade sul-mato-grossense foi representada pelo presidente Nivaldo da Silva Moreira, pelo tesoureiro e diretor José Cleonildo Dias e por João Francisco de Andrade, integrante da representação sindical. Os participantes acompanharam apresentações técnicas e trocaram experiências com dirigentes de outras regiões.

Prevenção de acidentes esteve entre os temas
Os debates abordaram os riscos presentes em atividades realizadas em altura, incluindo o uso de andaimes, plataformas suspensas e outros equipamentos da construção civil. Também foram discutidas a orientação aos trabalhadores e a fiscalização das condições de segurança nas obras.

Segundo Nivaldo Moreira, representantes do Ministério do Trabalho destacaram a importância da atuação conjunta com os sindicatos para identificar situações de risco e orientar empresas sobre o cumprimento das normas de segurança. O presidente também defendeu a ampliação das ações de prevenção e formação profissional.
Rota Bioceânica e obras de infraestrutura
As rotas de integração sul-americana também fizeram parte da programação. Entre os projetos discutidos esteve a Rota Bioceânica, que passa por Mato Grosso do Sul e tem Porto Murtinho como ponto estratégico de ligação com o Paraguai e com corredores rodoviários em direção aos portos chilenos no Oceano Pacífico.

De acordo com José Cleonildo Dias, o encontro permitiu analisar possíveis efeitos dos projetos sobre a geração de empregos, a demanda por mão de obra e as condições de trabalho nas obras de infraestrutura. Ele também ressaltou a necessidade de planejamento para reduzir impactos ambientais e sociais nas comunidades situadas nas áreas de implantação.
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Fonte: www.perfilnews.com.br
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