A Defesa Civil em Castilho acaba de dar um salto histórico em sua capacidade de resposta a desastres naturais. A instituição recebeu kits inéditos da Operação “Chuva de Verão”, promovida pelo Governo do Estado de São Paulo, e capacitou sua equipe em um treinamento técnico de alto nível, que visa aprimorar o atendimento emergencial durante o período de chuvas intensas.
Sob a liderança da coordenadora Maria Rosineide Souza da Cruz, o órgão municipal não apenas moderniza sua infraestrutura, mas se consolida como um exemplo de eficiência e prevenção em toda a região. A soma entre investimento em equipamentos de ponta e formação tática representa um marco na preparação de Castilho para enfrentar os desafios climáticos de 2025.
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1. Modernização total: kits de emergência fortalecem a resposta imediata

A chegada dos novos kits operacionais trouxe um reforço sem precedentes na segurança e na agilidade das ações da Defesa Civil local. Segundo Rosineide, os equipamentos representam uma conquista prática e simbólica: a de garantir que os agentes possam atuar com proteção, rapidez e precisão em qualquer tipo de ocorrência.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são agora padrão nas operações, permitindo que os profissionais estejam devidamente protegidos em situações de risco, como enchentes, vendavais e acidentes envolvendo eletricidade.
Itens recebidos incluem:
- Botas e luvas resistentes, para enfrentamento de ambientes com escombros ou água contaminada.
- Capacetes de alta durabilidade, indispensáveis para atuação em áreas com risco de queda de galhos ou desabamentos.
- Fitas de interdição, que possibilitam o isolamento rápido de zonas de perigo, evitando a aproximação de curiosos e garantindo a integridade das equipes.
Para Rosineide, “os kits não são apenas acessórios — são instrumentos vitais para o desempenho da missão de proteger vidas”.
2. Olhar científico: pluviômetros e monitoramento inteligente das chuvas

Outro ponto inovador é a instalação de dois pluviômetros manuais, que medem o volume de chuva em tempo real. A coleta de dados permitirá identificar padrões climáticos e riscos iminentes com antecedência, viabilizando ações preventivas e alertas à população.
Os instrumentos estão sendo instalados em pontos estratégicos da cidade, como na Secretaria da Agricultura e em áreas centrais, garantindo uma leitura precisa do regime de chuvas em zonas distintas do município.
“O pluviômetro veio para nos mostrar a realidade do clima em Castilho. Ele mede, em tempo real, quantos milímetros choveu e nos ajuda a agir com base em dados concretos”, explica Rosineide Souza da Cruz.
Essas medições são fundamentais especialmente para regiões de risco de alagamento e enxurrada, que são mais frequentes em Castilho do que os deslizamentos de terra.
3. Capacitação de elite: Castilho vira referência em prevenção
A equipe participou de uma oficina técnica em Valparaíso, que reuniu representantes de municípios das regiões de Araçatuba e Presidente Prudente. A capacitação foi desenhada para elevar o nível técnico dos agentes municipais e transformá-los em multiplicadores de conhecimento dentro da Prefeitura.
Entre os temas abordados no treinamento estavam:
- Meteorologia aplicada, para leitura e interpretação de fenômenos climáticos.
- Mapeamento comunitário de risco, com geolocalização de áreas vulneráveis.
- Atendimento pré-hospitalar tático (APH), voltado para situações críticas.
- Segurança elétrica em alta tensão, com protocolos de afastamento de fios caídos.
Segundo a coordenadora, três agentes participaram presencialmente da oficina e estão repassando o aprendizado aos demais servidores, inclusive técnicos e engenheiros municipais.
“Nosso time é pequeno, mas altamente comprometido. O conhecimento adquirido será multiplicado dentro da estrutura da Prefeitura para fortalecer toda a cadeia de resposta a emergências”, enfatizou.
4. NUPDECs: integração entre Defesa Civil e comunidade
Um dos pilares da nova fase é a criação dos Núcleos de Proteção e Defesa Civil (NUPDECs) — grupos comunitários que promovem educação preventiva e engajamento popular. Esses núcleos buscam aproximar o cidadão da realidade da Defesa Civil, oferecendo oficinas e treinamentos sobre o que fazer em situações de risco.
Rosineide detalha que essas ações serão realizadas em parceria com escolas, associações rurais e comunidades urbanas, fortalecendo o senso coletivo de proteção.
“Podemos realizar oficinas e convidar a população para aprender como agir em acidentes, como quedas de fios energizados ou enchentes. A informação salva vidas”, afirmou.
Essas iniciativas se somam a programas já existentes, como as brigadas municipais e as oficinas de prevenção a queimadas, realizadas em áreas rurais.
5. Desafios locais: foco em alagamentos e áreas rurais
Apesar dos avanços estruturais, como a implantação de novas galerias pluviais que resolveram antigos pontos críticos — como a conhecida “Rua do Sapo” —, Castilho ainda enfrenta vulnerabilidades sazonais.
As principais preocupações da Defesa Civil em Castilho incluem:
- Enxurradas em estradas rurais, que dificultam o acesso de moradores.
- Áreas com pontes e corredeiras, como as regiões das Três Barras e da estrada da Iumas, onde a água tende a represar.
- Vendavais e queda de árvores, que danificam vias públicas e redes elétricas.
Essas ocorrências exigem monitoramento constante, especialmente em períodos de chuvas acima da média, e demonstram a importância da cooperação entre Defesa Civil e população.
6. Educação e prevenção: o lixo como vilão das enchentes
Um dos alertas mais importantes deixados por Rosineide diz respeito à gestão incorreta do lixo urbano. Segundo ela, o descarte inadequado é responsável pela maioria dos entupimentos de bueiros e galerias, o que acaba provocando alagamentos em bairros residenciais.
“A galeria entope por conta da má prática da própria pessoa. Se cada um fizer a sua parte, ninguém será penalizado”, ressaltou a coordenadora.
Medidas de prevenção que todo cidadão pode adotar:
- Não jogue lixo nas ruas — o entulho é o principal causador de inundações.
- Evite sair durante tempestades — o risco de acidentes é alto.
- Afaste-se de fios elétricos caídos e nunca tente removê-los por conta própria.
- Busque abrigo seguro, evitando árvores ou postes durante ventanias.
Essas orientações simples têm o poder de reduzir drasticamente os impactos das chuvas e salvar vidas.
7. Próximos passos: planejamento estratégico e união de forças
Com os kits entregues e o ciclo de capacitação concluído, a Defesa Civil prepara agora uma reunião de planejamento com a Brigada Municipal e demais órgãos parceiros. O objetivo é criar um plano de ação para o período de chuvas de 2025/2026, alinhado às novas práticas aprendidas.
Essa etapa inclui:
- Revisão de protocolos de atendimento;
- Definição de rotas de acesso e abrigos emergenciais;
- Treinamentos contínuos com simulações de desastres;
- Integração com escolas e associações rurais.
O apoio do Prefeito Municipal tem sido fundamental nesse processo, garantindo recursos logísticos e materiais para que a equipe atue sem limitações.
Rosineide encerra com uma mensagem inspiradora:
“Todos nós somos Defesa Civil. A prevenção é o cuidado mútuo que garante a segurança da nossa cidade.”
Defesa Civil em Castilho e o futuro da prevenção
A soma de equipamentos modernos, dados meteorológicos precisos e formação técnica especializada projeta Castilho como um modelo em gestão de emergências na região de Araçatuba. O município demonstra que a prevenção é sempre o melhor investimento, e que a união entre poder público e comunidade é o caminho mais seguro diante dos desafios climáticos do futuro.
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FAQ
1. O que é a Operação “Chuva de Verão”?
É um programa do Governo do Estado de São Paulo que distribui equipamentos, promove capacitações e fortalece as Defesas Civis municipais para o enfrentamento de chuvas intensas e outros desastres naturais.
2. Como os pluviômetros ajudam a Defesa Civil de Castilho?
Eles permitem medir o volume de chuva em tempo real, ajudando a identificar riscos de enchentes e enxurradas antes que causem danos à população.
3. Como os moradores podem colaborar com a Defesa Civil?
Participando dos NUPDECs, evitando jogar lixo nas ruas, respeitando as interdições e acionando os canais oficiais em situações de emergência.
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