A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, traz à tona uma reflexão sobre o desempenho dos países-sede ao longo da história do torneio. Além do desafio de organizar um evento desse porte, esses países enfrentam a expectativa de quebrar um jejum que já dura mais de duas décadas.
O Jejum dos Países-Sede
Desde a última vez que um país-sede conquistou o título em sua própria casa, em 1998, a dinâmica da Copa do Mundo mudou. Desde então, seis edições do torneio ocorreram, e nenhum anfitrião conseguiu levantar a taça, um fato que tem gerado discussões entre os fãs e especialistas do esporte.
Histórico dos Países-Sede e Seus Resultados
Analisando a história das Copas, que já conta com 22 edições, notamos que apenas seis seleções conseguiram vencer o torneio em casa. A primeira edição em que isso ocorreu foi em 1930, com o Uruguai, seguido por outros campeões como Itália e Inglaterra. Entretanto, a lista de anfitriões que não alcançaram o sucesso é extensa e inclui países como Brasil, que, embora tenha recebido a Copa em 2014, terminou em quarto lugar após uma derrota histórica para a Alemanha.
Desempenho Recente dos Países-Sede
O desempenho dos países-sede nas últimas edições revela um padrão de resultados abaixo do esperado. Por exemplo, o Brasil em 2014 e o Catar em 2022 não conseguiram avançar além das fases decisivas, levantando questões sobre a pressão que os anfitriões enfrentam. No entanto, a Rússia, em 2018, alcançou as quartas de final, mostrando que a tarefa de sediar o evento pode resultar em campanhas competitivas, mesmo sem o título.
Expectativas para a Copa de 2026
Com a próxima Copa do Mundo se aproximando, as expectativas são altas para que Estados Unidos, Canadá e México possam reverter essa tendência. A preparação dessas nações não se limita apenas à infraestrutura, mas também à formação de seleções competitivas que possam, finalmente, trazer o troféu para casa. A história recente sugere que essa batalha estará longe de ser fácil, mas a esperança de um anfitrião campeão permanece viva.
Conclusão
A Copa do Mundo de 2026 promete ser um marco na história do futebol, não apenas pela magnitude do evento, mas também pela oportunidade de quebrar um jejum que já perdura por 28 anos. Com o desafio de ser um anfitrião bem-sucedido, os países envolvidos têm a chance de escrever um novo capítulo na narrativa da Copa, repleta de desafios e esperanças.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br


