Defesa Civil em Castilho: 17 achados do treinamento interno de 7 de Novembro que elevam o padrão de resposta a emergências

A Defesa Civil em Castilho realizou, na sexta-feira, 7 de novembro de 2025, um treinamento interno focado em primeiros socorros e prontidão operacional. O encontro aconteceu na Secretaria de Agricultura, reuniu integrantes de diferentes pastas do governo municipal e foi conduzido pelo cabo PM Rufino, com a coordenação de Neide Sousa. A pauta central: OVACE (obstrução de vias aéreas por corpo estranho), RCP/RCB (reanimação) e respostas a convulsões, além de protocolos de comunicação, logística e integração com outras secretarias. Ao longo da atividade, emergiram lições práticas, procedimentos atualizados e mecanismos de monitoramento climático que colocam a Defesa Civil em Castilho um passo à frente no período chuvoso.

Defesa Civil em Castilho: 17 achados do treinamento interno de 7 de Novembro que elevam o padrão de resposta a emergências

Mais do que um roteiro técnico, o treinamento expôs uma visão sistêmica de proteção comunitária: a Defesa Civil em Castilho trabalha com educação de base, coleta colaborativa de dados de chuva, articulação intersetorial e rotinas de simulação para reduzir riscos e salvar vidas.

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1) O que aconteceu e por que importa: contexto do exercício

O treinamento da Defesa Civil em Castilho foi desenhado para reforçar rotinas críticas logo no início do período de chuvas — quando aumentam chamadas por alagos, quedas de árvores, descargas atmosféricas e enxurradas. A Secretaria de Agricultura foi escolhida como ponto de encontro não apenas por infraestrutura, mas porque abriga um dos pluviômetros recém-instalados, permitindo que a Defesa Civil em Castilho integre capacitação humana e monitoramento ambiental.

Sob orientação do cabo PM Rufino, os membros percorreram manobras de desengasgo, compressões torácicas, respiração assistida, avaliação de pulso (com destaque para diferenças entre adultos e crianças) e protocolos para convulsões. A coordenação de Neide Sousa garantiu a adesão dos integrantes de áreas como Obras, Meio Ambiente e Agricultura, refletindo a natureza transversal do serviço: a Defesa Civil em Castilho depende da soma de competências.

2) A palavra dos protagonistas: quem disse o quê

Diversas falas registradas durante o treinamento ajudam a compreender o avanço da Defesa Civil em Castilho.

  • Cabo PM Rufino, instrutor: enfatizou que a proposta é treinar todo mês, com temas rotativos e simulações rápidas, para que “cada um saiba sua função na prática”. Ele alertou que, neste momento, o foco é a Operação Enchentes: tempestades, quedas de árvores, raios e aproximação de animais silvestres exigem atenção. Também reforçou que a Defesa Civil em Castilho conta com engenheiros, brigadistas e até apoio jurídico, fortalecendo os setores internos.
  • Neide Sousa, coordenação local: detalhou a estratégia de rede de pluviômetros comunitários em assentamentos do município. Moradores voluntários registram as chuvas diariamente numa planilha mensal (de 1 a 31) e compartilham, em tempo real, as leituras em um grupo. Com isso, a Defesa Civil em Castilho identifica onde choveu mais e aciona alertas internos conforme a intensidade e distribuição da precipitação. Dois pluviômetros vindos de treinamento regional foram alocados: um já instalado na Secretaria de Agricultura e outro a ser instalado na base da Defesa Civil.
  • Wagner Gomes, integrante entrevistado: destacou a relevância do apoio da Prefeitura à Defesa Civil em Castilho, citando capacitações regionais e kits recebidos, além do pedido de um caminhão-pipa ao Estado — o que reforçaria a resposta a incêndios e estiagens. Ele relatou a integração com Obras, Meio Ambiente e Agricultura como rotina: a Defesa Civil em Castilho aciona o setor competente conforme o tipo de ocorrência.

3) O método de treinamento: do bebê ao adulto, o passo a passo

Defesa Civil em Castilho: 17 achados do treinamento interno de 7 de Novembro que elevam o padrão de resposta a emergências

Um valor do encontro foi transformar protocolos técnicos em memória muscular. A Defesa Civil em Castilho treinou situações de engasgo em bebês e crianças (mudanças recentes nas compressões), manobras em adultos, checagem de pulso radial (adulto) e braquial (crianças), e cadência adequada para compressões.

3.1) OVACE (engasgo) em bebês

  • Postura: cabeça apoiada, gravidade a favor; 5 tapotagens com firmeza (sem força excessiva, por ser tecido em formação).
  • Se não resolver: virar o bebê e realizar 5 compressões torácicas na linha dos mamilos (técnica atualizada, palma da mão).
  • Ciclos repetidos até a via aérea desobstruir; verificar sinais de choro/respiração para confirmar desengasgo.
  • Rota hospitalar: ocorrência só termina no hospital, porque pode haver lesões ou sequelas que exigem avaliação.

3.2) Crianças e protocolo de idade

  • Critério operacional citado no exercício: até ~8 anos, padrão 15:2 (compressões/ventilações). Acima disso, 32:2 (adulto).
  • Cuidado especial com fragilidade óssea e profundidade de compressão (3–5 cm, conforme porte).
  • Se a criança perde a consciência ou evolui para parada respiratória, iniciar RCP no ritmo recomendado, com reavaliação a cada ~2 minutos.

3.3) Adultos: da obstrução total à parada cardiorrespiratória

  • Reconhecer sinais: mãos ao pescoço, incapacidade de tossir/falar.
  • Manobra abdominal em J (“para dentro e para cima”), até a expulsão do corpo estranho ou até a vítima desmaiar (quando muda o protocolo).
  • Em parada cardiorrespiratória, iniciar compressões em superfície rígida (nunca colchão), com frequência compatível (≈ 100–120/min).
  • Caso haja ambu e oxigênio na unidade, aplicar ventilação com vedação adequada; se não, priorizar compressões contínuas quando for a única opção segura.
  • Atenção: massagem em coração batendo pode desorganizar o ritmo – por isso monitorar antes de iniciar compressões.

3.4) Convulsões: proteger, lateralizar, não introduzir objetos

  • Proteger a cabeça, lateralizar para drenar secreções e não colocar dedos/objetos na boca.
  • Episódios costumam durar segundos a 1,5 minuto; pós-crítico pode ter sonolência e desorientação.
  • Encaminhar ao PS para avaliação de causas (medicação, trauma, febre nas crianças, outras hipóteses).

Ao treinar passo a passo, a Defesa Civil em Castilho buscou diminuir falhas de execução e consolidar reflexos corretos sob pressão.

4) Integração intersetorial: como cada área entra em campo

A Defesa Civil em Castilho funciona como um hub de resposta: Obras apoia com maquinário, contenções, limpeza de vias e galerias; Meio Ambiente atua em queda de árvores e laudos; Agricultura ajuda na logística rural, no monitoramento de chuvas e na mobilização de assentamentos; Engenharia emite pareceres técnicos para isolamentos ou interdições; a assessoria jurídica orienta nos trâmites e salvaguardas. O próprio cabo PM Rufino sublinhou que a Defesa Civil em Castilho ganha robustez quando cada membro entende seu papel e ensina o resto da equipe a acionar o fluxo correto.

5) O “efeito pluviômetro”: dados locais para decisões rápidas

Defesa Civil em Castilho: 17 achados do treinamento interno de 7 de Novembro que elevam o padrão de resposta a emergências

O modelo de coleta comunitária apresentado por Neide Sousa é um dos destaques. Em vários assentamentos — como Capim, Cafeira, Santa Amélia, São Luís, Celso Furtado, Pendengo, São José e Outros — moradores medem chuva diária, anotam em planilhas (por mês) e reportam ao grupo em tempo real. Isso permite que a Defesa Civil em Castilho visualize mapas mentais de precipitação: onde choveu mais, onde pode encher córrego, onde o solo pode saturar. O resultado é uma resposta mais cirúrgica — deslocando equipe e recursos conforme a evidência local, e não só por previsões genéricas.

6) Equipamentos, kits e a pauta do caminhão-pipa

Defesa Civil em Castilho: 17 achados do treinamento interno de 7 de Novembro que elevam o padrão de resposta a emergências

Segundo relatos, a Defesa Civil em Castilho vem sendo equipada com kits de combate a incêndios e EPIscapacetes de salvamento, óculos, máscaras para fumaça, luvas, cantil, bombas costais, abafadores e macacões para queimada/florestal. A noção-chave trazida no treinamento é que, com tais kits, a atuação não é apenas de defesa, mas também de ataque inicial em focos de queimada e fogo em vegetação, quando seguro e autorizado.

No horizonte, um pedido de caminhão-pipa foi feito à Defesa Civil do Estado, reforçando a capacidade de resposta em estiagens e apoio a incêndios. Embora a entrega ainda dependa de confirmação estadual, o simples protocolo do pedido indica o planejamento proativo da Defesa Civil em Castilho.

7) Comunicação que salva: do acionamento ao encerramento da ocorrência

No treinamento, frisou-se que toda ocorrência precisa de comunicação clara: alguém liga, alguém anota e todos sabem quem acionou quem. No caminho do hospital, o atendimento não cessa — principalmente em casos de engasgo ou parada em evolução. E, por padrão de segurança e responsabilidade clínica, a ocorrência só termina no PS: mesmo quando a vítima melhora no trajeto, a equipe da Defesa Civil em Castilho mantém o protocolo de encaminhamento para checagem médica.

8) Educação para risco: recados à população

A Defesa Civil em Castilho reforçou recados simples e efetivos:

  • Período de seca: não queimar lixo; pequenas queimadas viram incêndios.
  • Período de chuvas: não descartar lixo em galerias; entupimento gera alagamentos; buscar abrigo em temporais.
  • Cooperação constante: todos somos Defesa Civil; reporte situações de risco, colabore com dados (chuva, vento, quedas).
  • Contatos: acionar os canais oficiais quando necessário.

A mensagem central é uma marca da Defesa Civil em Castilho: prevenção evita acidente.

9) 17 achados práticos do dia (o checklist do plantão)

Para transformar conteúdo técnico em rotina operacional, compilamos 17 achados que a Defesa Civil em Castilho pode manter visíveis no quadro de serviço:

  1. Superfície rígida sempre: RCP não funciona em colchão.
  2. Ciclos em bebê: tapotagem, virada e compressão torácica com palma (atualizado).
  3. Profundidade moderada: 3–5 cm em crianças, conforme porte.
  4. Checar pulso certo: radial (adulto), braquial (criança).
  5. Cadência útil: compressões em torno de 100–120/min.
  6. Reavaliação periódica: a cada ~2 minutos em RCP.
  7. Convulsão: proteger, lateralizar, não introduzir objetos.
  8. OVACE em adulto: manobra em J (para dentro e para cima).
  9. Encerramento: ocorrência só termina no hospital.
  10. Rede de chuva: atualizar planilhas e grupo diariamente.
  11. Rotina de inventário: EPI e ferramentas verificados no início do turno.
  12. Acionamento intersetorial: Obras, Meio Ambiente e Agricultura na linha de frente.
  13. Simulações mensais: treinos curtos, aprimoramento contínuo.
  14. Registro fotográfico (quando possível): apoio a laudos e relatórios.
  15. Relato objetivo: padrão para condução ao PS e entrada no prontuário.
  16. Prevenção comunitária: educação em escolas, associações e assentamentos.
  17. Integração com bombeiros: alinhar procedimentos e linguagem.

Esse checklist reflete a cultura de melhoria contínua que a Defesa Civil em Castilho pretende consolidar.

10) Pluviometria cidadã: como os assentamentos reduzem o “fator surpresa”

O relato de Neide Sousa sobre os pluviômetros em assentamentos é uma boa prática replicável. Ao incentivar que moradores registrem milímetros de chuva e alimentem um grupo de mensagens, a Defesa Civil em Castilho:

  • Antecipou zonas de risco por excesso de água;
  • Cruzou intensidade de chuva com histórico de alagamento;
  • Otimizou rotas de inspeção e deslocamento de recursos.

A Defesa Civil em Castilho passa, assim, a trabalhar com inteligência local: além do dado oficial, há o olho comunitário, que valida o que o radar aponta — um bimotor de evidências para a tomada de decisão.

11) Estrutura e papéis: quem faz o quê na hora H

A Defesa Civil em Castilho opera com papéis definidos: liderança (Neide), brigadistas, engenheiros, setor jurídico, comunicação e elos com secretarias. No treinamento, destacou-se que cada setor mantém um representante na Defesa Civil em Castilho — e que a sala de crise precisa de gente que registra, relata e acompanha o desdobramento das ocorrências.

12) Logística que faz diferença: do EPI ao abafador

Equipamento não é detalhe. A Defesa Civil em Castilho padronizou o uso de:

  • Capacete de salvamento (alta visibilidade);
  • Óculos e máscara contra fumaça;
  • Luvas, cantil, bomba costal, abafador;
  • Macacão florestal para proteção térmica e contra fagulhas.

A agenda de manutenção, limpeza e vida útil de cada item entrou na pauta — porque EPI falho em campo vira risco.

13) “Ataque Civil”: quando agir no foco de queimada

Com treinamento, autorização e condições seguras, a Defesa Civil em Castilho pode realizar ataque inicial em foco de queimada ou fogo rasteiro, fazendo linhas de abafamento e resfriamento com bomba costal. O objetivo é ganhar tempo até o reforço, conter avanço e proteger perímetros sensíveis (casas, galpões, pastos, APPs).

14) Periodicidade, cultura e memorização

Proposta do cabo PM Rufino: treinos mensais e temas rotativos, com sessões rápidas que reforçam o reflexo de execução. Para a Defesa Civil em Castilho, repetição é antídoto contra falhas. Aprender, treinar, repetir — e ajustar sumários de lições aprendidas ao fim de cada ocorrência.

15) População como parceira: quando cada gesto evita desastre

A Defesa Civil em Castilho reforça que pequenas atitudes fazem grande diferença:

  • Descartar corretamente o lixo;
  • Evitar queimadas;
  • Atenção a galhos e fios após vendavais;
  • Avisar sobre erosões, trincas, alagamentos e cheias;
  • Respeitar interdições técnicas.

Quando a comunidade participa, a Defesa Civil em Castilho atua mais cedo e melhor.

16) Painel de indicadores: do grupo de mensagens ao mapa de risco

Os dados dos assentamentos permitem que a Defesa Civil em Castilho monte séries históricas de chuva, cruzando com pontos críticos (bueiros, pontes, áreas baixas). A meta é ter indicadores que ajudem a priorizar limpeza preventiva, desassoreamento, podas estratégicas e obras corretivas.

17) Próximos passos: consolidar rotina mensal, instalar o 2º pluviômetro e manter a cidade alerta

Três frentes imediatas para a Defesa Civil em Castilho:

  1. Calendário de treinamentos mensais (temas: inundações, quedas de árvore, abrigos temporários, suporte psicossocial, gestão de abrigo, entre outros).
  2. Instalação do 2º pluviômetro na base dos Bombeiros, integrando com a Secretaria de Agricultura.
  3. Rotina de comunicação com a população, com boletins e orientações sazonais.

Memória de campo: cenas, falas e ajustes que fizeram diferença

Durante a prática, a Defesa Civil em Castilho revisitou detalhes que salvam tempo precioso: apoiar cabeça de bebê corretamente; manter gravidade a favor; não exagerar na força; evitar colchão como superfície de RCP; ventilar apenas com vedação. Em convulsão, a lição é proteger, lateralizar e evitar oferecer água/alimento.

A dinâmica também ressaltou a importância de designar quem liga para o resgate, verificar se a ligação realmente partiu e documentar quem fez qual contato — método que a Defesa Civil em Castilho pretende padronizar para reduzir ruído e retrabalho.


Em que ponto estamos: maturidade institucional

A Defesa Civil em Castilho amadurece ao uniformizar linguagem, refinar protocolos e formatar checklists. Com engenharia e jurídico integrados, a instituição consegue agir tecnicamente e registrar decisões. Com brigadistas e bombeiros por perto, exercícios práticos elevam a confiança. Com rede de pluviômetros, a Defesa Civil em Castilho desenvolve inteligência climática local — insumo decisivo quando minutos separam incômodo de tragédia.


Link interno recomendado (leitura complementar)

Para ampliar o contexto e manter a navegação dentro do portal, vale conferir uma matéria diretamente relacionada ao tema da Defesa Civil em Castilho:
Defesa Civil em Castilho reforça atuação com novos equipamentos e treinamento tático: 7 avanços que tornam o município referência regional

Categoria: Polícia e SegurançaSaúde e Bem-Estar


Orientações úteis e link externo oficial

Para acompanhar alertas e orientações públicas da Defesa Civil paulista, acesse o canal oficial:
SP Sempre Alerta — Defesa Civil do Estado de São Paulo


FAQ

1. Este treinamento vale para o público geral?
O encontro de 7/11 foi interno, destinado aos membros da Defesa Civil em Castilho e representantes de áreas correlatas (Obras, Meio Ambiente, Agricultura, Engenharia etc.). A partir dele, a equipe deve replicar conteúdos em ações educativas e simulações que podem alcançar a população.

2. O que muda na prática para o período de chuvas?
A Defesa Civil em Castilho intensifica monitoramento, revisa rotas de risco, mantém equipamentos prontos e adota simulações mensais. O sistema de pluviometria cidadã antecipa zonas críticas e agiliza remoção de obstáculos (galhos, lixo, sedimentos) para evitar alagamentos.

3. Como a comunidade pode colaborar?
Seguindo orientações básicas: não queimar lixo, não obstruir galerias, relatar riscos (erosões, rachaduras, quedas, cheias), acolher alertas climáticos e, quando possível, integrar redes de monitoramento em assentamentos. Assim, a Defesa Civil em Castilho chega antes e melhor.


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