ADI EM CASTILHO SP: 5 ANOS DE LUTA, LEI FEDERAL E UM MOMENTO HISTÓRICO NA CÂMARA

ADI em Castilho SP deixou de ser apenas uma reivindicação antiga para se tornar um dos temas mais simbólicos da 1ª sessão ordinária da Câmara Municipal. Depois de mais de cinco anos de mobilização silenciosa, reuniões sem desfecho e pedidos ignorados, as Auxiliares de Desenvolvimento Infantil viveram um momento que marcou a história recente do município.

A aprovação unânime de um requerimento relacionado à aplicação de uma lei federal trouxe à tona uma luta construída com persistência, paciência e esperança. Quando o presidente da Câmara anunciou o resultado da votação, o plenário respondeu com aplausos intensos, carregados de emoção, alívio e sensação de reconhecimento.

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O que se viu naquela manhã foi mais do que um rito legislativo. Foi o encontro entre política, direito e humanidade. Mulheres que há anos cuidam, educam e acompanham crianças na rede municipal passaram a sentir que sua voz, finalmente, ecoava dentro do espaço institucional que decide os rumos da cidade.

ADI em Castilho SP e a construção de uma luta que atravessou anos

A trajetória da ADI em Castilho SP não começou agora. Segundo relatos das próprias profissionais, a mobilização teve início há mais de cinco anos, quando começaram as primeiras tentativas de diálogo formal com o poder público municipal.

Ao longo desse período, houve reuniões com diferentes gestões, conversas com secretarias, encaminhamentos administrativos e expectativas frustradas. O discurso era quase sempre o mesmo: não havia base legal suficiente para avançar no enquadramento pretendido.

Mesmo assim, as ADIs continuaram. Seguiram trabalhando nas escolas, cuidando das crianças, cumprindo jornadas extensas, acolhendo famílias e mantendo a rotina educacional funcionando. A luta nunca significou abandono da função. Pelo contrário: sempre veio acompanhada da responsabilidade de quem sabe que seu trabalho impacta diretamente a vida das crianças e das famílias.

ADI em Castilho SP tornou-se, com o tempo, uma pauta que unia dois sentimentos: o orgulho pela função exercida e a frustração pela falta de reconhecimento financeiro e institucional.

O cotidiano invisível das ADIs dentro da educação infantil

Quem acompanha de perto a educação infantil sabe que o trabalho das ADIs vai muito além do que aparece em descrições genéricas de cargo. Cuidar, orientar, organizar, acolher, proteger e estimular fazem parte de uma rotina intensa, que exige preparo emocional, paciência e atenção constante.

As ADIs estão presentes desde a chegada das crianças até o momento da saída. Ajudam na alimentação, na higiene, no descanso, nas atividades pedagógicas e na construção de vínculos afetivos. São profissionais que conhecem cada criança pelo nome, pelo comportamento e pelas necessidades específicas.

ADI em Castilho SP representa essa presença contínua. Um trabalho que não aparece em estatísticas frias, mas que sustenta o funcionamento diário das unidades escolares. E é exatamente esse trabalho que, segundo as próprias profissionais, sempre foi reconhecido no ambiente escolar, mas não refletido de forma justa na remuneração.

Formação, concurso e identidade profissional

Um dos pontos mais destacados pelas ADIs durante a sessão foi a questão da formação exigida no concurso público. Muitas relataram que o ingresso na função ocorreu mediante exigência de pedagogia ou magistério, o que reforça o vínculo direto com a área educacional.

Apesar disso, elas fazem questão de esclarecer que não buscam ocupar o cargo de professor nem substituir ninguém. O pedido é claro: permanecer exercendo a função de ADI, mas com enquadramento como profissionais do magistério, conforme prevê a legislação federal.

ADI em Castilho SP, nesse sentido, não é uma disputa de espaço dentro da escola. É uma busca por reconhecimento dentro da carreira educacional, respeitando a função exercida e o histórico profissional construído.

A virada jurídica: quando a lei federal muda o cenário

O ponto de inflexão dessa luta ocorreu com a sanção da Lei nº 15.326, em janeiro de 2026. A norma alterou dispositivos da Lei do Piso do Magistério e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, reconhecendo formalmente os profissionais da educação infantil como integrantes da carreira do magistério.

A partir desse momento, o argumento jurídico mudou completamente. O que antes era tratado como impossibilidade passou a ser encarado como direito respaldado por lei federal.

ADI em Castilho SP ganhou, então, um novo patamar. Não se tratava mais de uma reivindicação local isolada, mas da aplicação de uma legislação nacional que vinha sendo discutida e acompanhada em diversos municípios brasileiros.

A 1ª sessão ordinária e o peso simbólico do plenário cheio

A presença das ADIs na 1ª sessão ordinária da Câmara Municipal foi marcante. Elas ocuparam o plenário de forma organizada, respeitosa e atenta a cada fala relacionada ao tema.

Desde as primeiras manifestações na tribuna, vereadores reconheceram que a pauta não era nova e que já havia sido discutida em anos anteriores. A diferença, agora, estava no respaldo legal e na disposição política de avançar.

ADI em Castilho SP deixou de ser tratada como promessa futura e passou a ser reconhecida como uma questão concreta, que exige posicionamento do Executivo e acompanhamento do Legislativo.

O requerimento aprovado e a reação que falou por si

Quando o requerimento relacionado às ADIs foi colocado em votação, não houve resistência. A aprovação foi unânime, e o anúncio do resultado provocou uma reação espontânea e intensa no plenário.

Os aplausos das ADIs não foram apenas uma comemoração. Foram a expressão de quem, depois de anos ouvindo “não é possível”, finalmente escutou um “vamos encaminhar”.

ADI em Castilho SP ganhou, naquele instante, um registro público de reconhecimento. Um momento que dificilmente será esquecido por quem estava presente.

O posicionamento dos vereadores e o compromisso público assumido

Durante a sessão, diversos vereadores se manifestaram de forma clara em apoio às ADIs. As falas destacaram a importância do trabalho desenvolvido por elas, a legitimidade da luta e a necessidade de cumprimento da lei federal.

Houve menções diretas à dificuldade enfrentada pelas profissionais diante do custo de vida elevado e da defasagem salarial. Também foi ressaltado que o número de ADIs no município não é elevado, o que reforça a viabilidade administrativa do enquadramento.

ADI em Castilho SP passou a ser tratada como uma pauta de justiça social, não como um favor político.

A responsabilidade do Executivo e os próximos passos

A aprovação do requerimento representa um passo importante, mas não encerra o processo. O documento encaminha ao Executivo a solicitação formal para análise e adoção das medidas necessárias ao cumprimento da lei federal.

A expectativa agora gira em torno da resposta da Prefeitura, da Secretaria Municipal de Educação e do setor jurídico. Questões como impacto financeiro, adequação do plano de carreira e forma de implementação precisarão ser analisadas com transparência.

ADI em Castilho SP entra, a partir desse ponto, em uma nova fase: a fase da resposta concreta.

Cinco anos de espera e a esperança de uma virada definitiva

Para as ADIs, o que está em jogo vai além do salário. Trata-se de dignidade profissional, valorização e reconhecimento institucional. Muitas relataram que, apesar do amor pela função, a defasagem salarial sempre foi um fator de desânimo.

A existência de uma lei federal trouxe novo fôlego à mobilização. A sensação agora é de que a luta não depende mais apenas de negociações locais, mas de cumprir um direito já estabelecido.

ADI em Castilho SP simboliza essa transição entre o desgaste acumulado e a esperança renovada.

O impacto dessa decisão na educação municipal

Valorizar as ADIs significa fortalecer a educação infantil como um todo. Profissionais reconhecidas tendem a permanecer na função, a se qualificar ainda mais e a atuar com maior segurança e estabilidade.

Além disso, o cumprimento da lei contribui para alinhar o município às diretrizes nacionais da educação, evitando passivos jurídicos e conflitos futuros.

ADI em Castilho SP não é apenas uma pauta corporativa. É uma decisão que impacta diretamente a qualidade do atendimento às crianças e às famílias.

Um momento que entra para a história local

A 1ª sessão ordinária da Câmara Municipal ficará marcada, para muitas pessoas, como o dia em que uma luta silenciosa ganhou voz e reconhecimento público.

As ADIs saíram do plenário com a sensação de que algo mudou. Ainda não no contracheque, mas no campo político e simbólico.

ADI em Castilho SP passou a ocupar um espaço legítimo no debate público municipal.

O que a sociedade precisa acompanhar daqui para frente

A partir de agora, o acompanhamento da resposta do Executivo será fundamental. Transparência, prazos e clareza serão essenciais para que a expectativa gerada se transforme em realidade.

A Câmara sinalizou disposição para acompanhar, cobrar e dialogar. As ADIs demonstraram organização, maturidade e compromisso com a função que exercem.

ADI em Castilho SP entra em um capítulo decisivo de sua história.

Uma luta que representa muitas outras pelo país

O que acontece em Castilho dialoga com debates semelhantes em diversas cidades brasileiras. A aplicação da Lei nº 15.326 desafia municípios a reverem estruturas, carreiras e interpretações antigas.

Nesse contexto, a experiência local pode servir de referência para outras realidades semelhantes.

ADI em Castilho SP mostra que persistência, organização e respaldo legal podem transformar uma pauta esquecida em prioridade política.

Um direito que pede apenas cumprimento

Ao longo de toda a sessão e das conversas no plenário, uma frase resumiu o sentimento das ADIs: elas não pedem privilégio. Pedem cumprimento da lei.

Depois de cinco anos de espera, a luta segue, agora com um novo horizonte.

ADI em Castilho SP deixou de ser invisível.

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