O CDP de Nova Independência registrou um princípio de motim no fim da tarde de sexta-feira, após a recusa de um detento em cumprir ordem de um policial penal no interior do Raio 4. A ocorrência mobilizou equipes especializadas e terminou com a transferência de 118 presos para outras unidades do sistema prisional paulista.
De acordo com informações divulgadas pelo sindicato da categoria, a situação começou durante procedimento interno de rotina. Ao ser determinado que deixasse a cela, o preso se recusou a obedecer, o que levou ao acionamento da equipe de intervenção da própria unidade.
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Entenda como começou o tumulto no CDP de Nova Independência
O episódio teve início no Raio 4 do CDP de Nova Independência, quando um interno desobedeceu ordem direta de um policial penal. Diante da resistência, foi acionada a Célula de Intervenção Rápida (CIR), responsável por atuar em situações emergenciais dentro das unidades prisionais.
Segundo o relato, mesmo com a presença do chefe de Departamento e tentativa de convencimento para saída voluntária, houve nova recusa. A situação evoluiu rapidamente para adesão coletiva dentro da cela.
Outros presos passaram a apoiar o movimento, formando barricadas com colchões e objetos. Em seguida, detentos de diferentes celas começaram a arremessar materiais contra os policiais penais, caracterizando oficialmente um motim.
A atuação do GIR no CDP de Nova Independência
Com o agravamento da situação, o Grupo de Intervenção Rápida (GIR) foi acionado para restabelecer a ordem no CDP de Nova Independência. O GIR é uma força especializada do sistema prisional paulista, treinada para atuar em crises internas, rebeliões e situações de alto risco.
A intervenção ocorreu ainda durante o plantão da equipe da unidade. A ação foi considerada rápida e eficaz, segundo as informações divulgadas.
Os presos identificados como articuladores ou envolvidos diretamente na provocação do tumulto foram retirados das celas e separados dos demais internos.
Transferência de 118 presos e reforço na segurança
Ao final da ocorrência no CDP de Nova Independência, 118 presos foram transferidos para outras unidades prisionais. A medida teve como objetivo dispersar possíveis lideranças do movimento e evitar novos focos de instabilidade.
A transferência em massa é considerada uma estratégia administrativa para reorganização interna e preservação da disciplina. O corpo funcional permaneceu na unidade até as 22h, auxiliando na logística e garantindo a normalização da rotina.
Nenhum policial penal sofreu ferimentos durante a ação.
O papel do CDP de Nova Independência no sistema prisional
O CDP de Nova Independência integra o sistema prisional do Estado de São Paulo e abriga presos provisórios, ou seja, detentos que aguardam julgamento. Unidades desse tipo costumam enfrentar desafios relacionados à superlotação e à rotatividade constante da população carcerária.
Em ocorrências como a registrada nesta semana, o protocolo prevê negociação inicial, atuação da equipe interna de intervenção e, se necessário, acionamento de grupos especializados como o GIR.
Mais informações institucionais sobre o sistema prisional paulista podem ser consultadas no site oficial da Secretaria da Administração Penitenciária:
https://www.sap.sp.gov.br
Situação controlada e rotina restabelecida
Após a retirada dos presos envolvidos e a transferência dos 118 detentos, o CDP de Nova Independência voltou à normalidade operacional. A unidade manteve a segurança interna e não houve registro de danos estruturais divulgados oficialmente.
A rápida contenção evitou que o episódio ganhasse proporções maiores, especialmente considerando a adesão coletiva que se formava no momento da barricada.
O caso reforça a importância da atuação coordenada entre equipes plantonistas e grupos especializados em intervenção dentro do sistema penitenciário.
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