A investigação sobre o crime que resultou na morte do cão comunitário Orelha traz à tona detalhes importantes para a comunidade. O caso, que gerou grande repercussão em Santa Catarina, destaca o uso de tecnologia e provas para elucidar um ato cruel. A Polícia Civil de Santa Catarina divulgou imagens de câmeras de monitoramento que mostram o deslocamento do adolescente investigado.
Cronologia dos Fatos
Segundo as informações fornecidas pelo inquérito policial, o adolescente saiu de seu condomínio às 5h25 da manhã do dia 4 de janeiro. O ataque ao cão Orelha ocorreu cerca de cinco minutos depois, às 5h30. As imagens em posse dos investigadores mostram o jovem retornando ao prédio às 5h58, acompanhado por uma amiga.
Contradições e Provas
A polícia identificou contradições no depoimento do adolescente. Ele alegou que permaneceu dentro do condomínio, mas as imagens e testemunhas confirmaram sua saída. O fato de ele não saber que a polícia possuía as gravações é um ponto crucial na investigação.
A Viagem e o Retorno
Curiosamente, o adolescente deixou o Brasil no mesmo dia em que a Polícia Civil identificou os suspeitos. Ele ficou nos Estados Unidos até o dia 29 de janeiro. Ao retornar, foi interceptado pela polícia no aeroporto, onde um familiar tentou esconder um boné rosa e um moletom, ambos relevantes para a investigação.
Provas Técnicas e Conclusões
A investigação não se baseou apenas em imagens. A polícia utilizou um software francês de geolocalização para confirmar a presença do suspeito no local das agressões. O laudo da Polícia Científica indicou que o cão Orelha morreu devido a uma pancada contundente na cabeça, evidenciando a gravidade do ato.
Encaminhamento ao Ministério Público
O relatório final da investigação foi enviado ao Ministério Público e ao Judiciário, com o pedido de internação do adolescente. Este caso levanta questões sobre a proteção de animais e a necessidade de uma resposta eficaz da justiça.
FAQ
1. O que ocorreu com o cão Orelha? O cão foi agredido e morreu devido a uma pancada contundente na cabeça, conforme laudo da polícia.
2. Qual foi a ação da polícia? A polícia analisou mais de mil horas de filmagens para identificar os autores do crime.
3. O que as imagens mostram? As imagens mostram o adolescente saindo do condomínio e retornando após o ataque ao cão.
4. O que a investigação revelou? A investigação revelou contradições no depoimento do suspeito e utilizou tecnologia de geolocalização para confirmar sua presença no local do crime.
5. Qual foi o desfecho do caso? O caso foi encaminhado ao Ministério Público, com pedido de internação do adolescente envolvido.
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Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br


